Teia ou rede alimentar é um conjunto de cadeias alimentares ligadas entre si, geralmente representado como um diagrama das relações tróficas (alimentares) entre os diversos organismos ou espécies de um ecossistema[1].
As teias alimentares, em comparação com as cadeias, apresentam situações mais perto da realidade, onde cada espécie se alimenta em vários níveis hierárquicos diferentes e produz uma complexa teia de interações alimentares. Todas as cadeias alimentares começam com um único organismo produtor, mas uma teia alimentar pode ter vários produtores. A complexidade de teias alimentares limita o número de níveis hierárquicos, assim como na cadeia.
As teias alimentares dão uma noção mais realista do que acontece nos diversos ecossistemas porque a relação entre dois organismos (o alimento e seu consumidor) não é sempre a mesma.
Os consumidores variam de alimento conforme sua disponibilidade no ambiente.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
cadeia alimentar
A cadeia alimentar é uma sequência de seres vivos que dependem uns dos outros para se alimentar. É a maneira de expressar as relações de alimentação entre os organismos de uma comunidade/ecossistema, iniciando-se nos produtores e passando para os consumidores (herbívoros, predadores) e decompositores, por esta ordem.
A transferência de nutrientes fecha-se com o retorno dos nutrientes aos produtores, possibilitado pelos decompositores que transformam a matéria orgânica dos cadáveres e excrementos em compostos mais simples, pelo que falamos de um ciclo de transferência de nutrientes.
A posição que cada um ocupa na cadeia alimentar é um nível hierárquico que os classifica entre produtores (como as plantas), consumidores (como os animais) e decompositores (fungos e bactérias).
Porque frequentemente cada organismo se alimenta de mais de um tipo de animais ou plantas, as relações alimentares (também conhecidas por relações tróficas) tornam-se mais complexas, dando origem a redes ou teias alimentares, em que as diferentes cadeias alimentares se inter-relacionam.
O primeiro nível trófico é constituído pelos seres autotróficos, também conhecidos por produtores, capazes de sintetizar matéria orgânica a partir de substâncias minerais e fixar a energia luminosa sob a forma de energia química. Os organismos deste nível são as plantas verdes, as cianófitas ou cianofíceas (algas verde-azuladas ou azuis) e algumas bactérias que, devido à presença de clorofila (pigmento verde), podem realizar a fotossíntese. Estes organismos são também conhecidos por produtores primários.
Os níveis seguintes são compostos por organismos heterotróficos, ou seja, aqueles que obtêm a energia de que precisam de substâncias orgânicas produzidas por outros organismos. Todos os animais e fungos são seres heterotróficos, e este grupo inclui os herbívoros, os carnívoros e os decompositores.
Os decompositores são organismos que se alimentam de matéria morta e excrementos, provenientes de todos os outros níveis tróficos. Este grupo inclui algumas bactérias e fungos. O seu papel num ecossistema é muito importante uma vez que transformam as substâncias orgânicas de que se alimentam em substâncias minerais. Estas substâncias minerais são novamente utilizáveis pelas plantas verdes, que sintetizam de novo matéria orgânica, fechando assim o ciclo de utilização da matéria.
A transferência de nutrientes fecha-se com o retorno dos nutrientes aos produtores, possibilitado pelos decompositores que transformam a matéria orgânica dos cadáveres e excrementos em compostos mais simples, pelo que falamos de um ciclo de transferência de nutrientes.
A posição que cada um ocupa na cadeia alimentar é um nível hierárquico que os classifica entre produtores (como as plantas), consumidores (como os animais) e decompositores (fungos e bactérias).
Porque frequentemente cada organismo se alimenta de mais de um tipo de animais ou plantas, as relações alimentares (também conhecidas por relações tróficas) tornam-se mais complexas, dando origem a redes ou teias alimentares, em que as diferentes cadeias alimentares se inter-relacionam.
O primeiro nível trófico é constituído pelos seres autotróficos, também conhecidos por produtores, capazes de sintetizar matéria orgânica a partir de substâncias minerais e fixar a energia luminosa sob a forma de energia química. Os organismos deste nível são as plantas verdes, as cianófitas ou cianofíceas (algas verde-azuladas ou azuis) e algumas bactérias que, devido à presença de clorofila (pigmento verde), podem realizar a fotossíntese. Estes organismos são também conhecidos por produtores primários.
Os níveis seguintes são compostos por organismos heterotróficos, ou seja, aqueles que obtêm a energia de que precisam de substâncias orgânicas produzidas por outros organismos. Todos os animais e fungos são seres heterotróficos, e este grupo inclui os herbívoros, os carnívoros e os decompositores.
Os decompositores são organismos que se alimentam de matéria morta e excrementos, provenientes de todos os outros níveis tróficos. Este grupo inclui algumas bactérias e fungos. O seu papel num ecossistema é muito importante uma vez que transformam as substâncias orgânicas de que se alimentam em substâncias minerais. Estas substâncias minerais são novamente utilizáveis pelas plantas verdes, que sintetizam de novo matéria orgânica, fechando assim o ciclo de utilização da matéria.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Antes, a questão era descobrir se a vida precisava de ter algum significado para ser vivida. Agora, ao contrário, ficou evidente que ela será vivida melhor se não tiver significado.
Albert Camus
Você sabe o que são meios de comunicação?
Os meios de comunicação são instrumentos que nos auxiliam a receber ou transmitir informação. Dessa maneira, eles nos ajudam a nos comunicar um com o outro. Por exemplo: nosso tio mora em outra cidade, mas graças ao telefone conseguimos conversar com ele. Existem diversos meios de comunicação como, por exemplo, o telefone, a televisão, o rádio e o jornal. A Internet também nos possibilita comunicar-nos através de vários meios, como o chat, o blog e o fotolog.
É graças ao avanço da tecnologia que cada vez mais os meios de comunicação permitem que nos comuniquemos com pessoas em maiores distâncias no menor espaço de tempo.
Cada meio permite que nos comuniquemos de uma maneira diferente com o outro. Por exemplo: a televisão permite que muitas pessoas vejam a mesma notícia, mas é através do telefone que conseguimos transmitir a notícia que escutamos para as outras pessoas.
Japão: 70 mil não sabem quando voltam para casa
Milhares de pessoas que viviam num raio de 20 quilómetros da central de Fukushima-Daiichi estão em abrigos temporários. Governo não sabe quando crise nuclear estará resolvida
Quem admitiu o cenário de «longa duração» para a resolução desta grave crise, desencadeada pelo sismo de magnitude 9.0 do dia 11 de Março e pelo tsunami que se lhe seguiu, foi o primeiro-ministro nipónico, Naoto Kan.
«Estou preparado para uma batalha de longa duração na central nuclear de Fukushima e para vencer esta batalha», disse o chefe de Governo, numa conferência de imprensa transmitida pela televisão.
Kan salientou que nesta altura «não se pode dizer que a central tenha sido suficientemente estabilizada».
«Estamos preparados para todos os tipos de situação e estou convencido que a central pode ser estabilizada. Não podemos dizer nesta fase quando isso irá acontecer. Mas estamos a dar o nosso melhor», acrescentou.
Além das mais de 70 mil pessoas que vivem na zona evacuada, esta crise poderá afectar directamente outras 136 mil que vivem na cintura entre os 20 e 30 quilómetros da central, que foram encorajadas pelas autoridades a deixarem a zona ou a permanecerem dentro de casa.
As Nações Unidas já aconselharam o governo japonês a alargar o raio de evacuação na zona, depois de terem sido detectados níveis de radiação para além do considerado seguro para a saúde numa aldeia a 40 quilómetros de distância de Fukushima.
Recorde-se que foi confirmada a morte de mais de 11.500 pessoas e que quase 16.500 estão desaparecidas.
Nesta altura, mais de uma centena de navios japoneses e aviões dos EUA estão envolvidos em operações de buscas intensivas de corpos de vítimas.
Devido ao perigo da radiação, essas operações foram suspensas nas zonas que se encontram num raio de 20 quilómetros da central de Fukushima-Daiichi, onde se acredita que haja pelo menos um milhares de corpos por recolher.
Dilma tem melhor avaliação no combate à pobreza e pior na saúde e nos impostos
Embora tenha, no geral, uma alta aprovação (56% consideram a gestão boa ou ótima), os três primeiros meses do governo de Dilma Rousseff têm avaliações diferentes dependendo da área. Pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (1º) mostra que o melhor desempenho da nova administração está no combate à fome e à pobreza: 61% dos entrevistados aprovam a política da presidente nesta área, 33% desaprovam e 6% não souberam responder.
O objetivo de erradicar a miséria no país tem sido frequentemente enfatizado nos discursos, entrevistas e propagandas de Dilma desde que foi eleita, em outubro de 2010.
Já a saúde e a política de impostos têm as piores avaliações. Em ambos setores, 53% desaprovam o que o governo tem feito ou planejado.
Na saúde, apenas 41% dos brasileiros aprovam a política da nova presidente. A avaliação é melhor nos municípios menores e de interior.
Nos impostos, apenas 36% aprovam a atual política para diminuir a carga tributária. Quanto maior a renda familiar, pior é a avaliação.
A pesquisa, feita a pedido da CNI (Confederação Nacional da Indústria), avaliou nove áreas. Em quatro delas, a maioria aprovou as políticas: além de combate à pobreza, prevaleceu uma visão positiva sobre o combate ao desemprego (58% de aprovação, contra 35% de desaprovação), meio ambiente (54% aprovam, 36% não) e educação (52%, contra 43%).
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